Sexta-feira, Julho 21, 2006

SOMBRA

sou o estranho
que mais conheço
sem meio e sem fim

sou meu recomeço

Poema de Lilian Maial em Cara a Cara


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Quarta-feira, Julho 12, 2006

Ecoando

soa como um lamento
o vento que não se cala
sob a janela do quarto,
mas é apenas a ressonância
do alento que falta
no peito que não descansa,
insone, neste aposento.

Poema de Dora Vilela, em Pretensos Colóquios



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